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As Aparições

As Aparições (6)

Quinta, 07 Novembro 2013 09:02

A Primeira Aparição

Nossa Senhora de Piedade  Era uma linda tarde de sábado, 19 de setembro de 1987. Iniciava-se a primavera e um novo tempo de revelações e bênçãos celestiais.

     Na tranqüila Fazenda Barro Vermelho, onde viviam o Sr. Antônio, sua esposa Maria José (D. Tilica), e seus 7 filhos: Irene (Noca), Geraldo (Ladinho), Irenize (Nizinha), Marilda, Euclides (Digão), Juliana e Antônio Augusto (Toninho). Tudo transcorria costumeiramente normal.

      Os filhos mais velhos trabalhavam, e os mais novos brincavam juntamente com os primos: Íris, José Mário, Inezinha e Fabiana.

Euclides e José Mário haviam saído para pescar.

Por volta das 14:30hs, a Marilda, a Íris, a Inezinha e a Fabiana estavam brincando num valo próximo à casa cercado de gigantescas árvores, que exibiam cipós de todos os tamanhos.

Elas ouviram fortes badaladas de sinos, e percebendo uma grande mudança no local, que havia se escurecido como para um forte temporal, saíram em direção à casa.

Ao se afastarem do valo, elas viram o sol a brilhar intensamente e chamaram a Juliana, que estava na varanda da casa para ver o que estava acontecendo.

Quando entraram novamente no valo, a Marilda, a Íris e a Juliana se assustaram ao ver, segundo elas, um fantasma flutuando no ar.

Correram a chamar pelo pai que, com uma foice na mão, percorreu minuciosamente o local sem nada encontrar.

As crianças, ao serem repreendidas pelo Sr. Antônio relataram o seguinte: a sobrinha Íris disse que sua vestimenta era branquinha. Juliana, por sua vez disse que Ela tinha a cabeça branca. E a Marilda viu que seus pés estavam descalços e não tocavam o chão, mas sim uma pequena nuvem como que de algodão. A Fabiana e a Inezinha nada tinham visto.

Orientadas pelo pai, retornaram ao local juntamente com Irenize - uma irmã mais velha - para rezar e pedir a Deus proteção.

Quando iniciaram a oração do Pai Nosso, Juliana, Íris e Marilda exclamaram juntas: “Estou vendo uma linda mulher no céu.” Irenize prostrou-se por terra a dizer: “Eu não vejo porque sou pecadora!”

O Sr. Antônio aproximando-se, tomou Juliana nos braços, que lhe disse: “Ela é linda demais , eu não consigo olhar para Ela sem chorar! O senhor não está vendo porque está cego!”

A mulher neste momento colocou a mão esquerda no coração e com a outra chamava as crianças para si.

Ainda com a Juliana nos braços, o Sr. Antônio tentou se aproximar da mulher que, afastando-se  e elevando-se, sumiu no céu.

No dia seguinte, após ajudar na Santa Missa, o Sr. Antônio. contou o acontecido ao Pároco Frei Joaquim, que dele recebeu a seguinte orientação: “Reze e  deixe que as coisas aconteçam naturalmente. Não conte para ninguém e procure observar se a tal mulher trás consigo um véu, porque o véu é o símbolo da virgindade de Nossa Senhora.

Mas uma das sobrinhas do Sr. Antônio, contou para uma amiga, que contou para uma prima...

Quinta, 07 Novembro 2013 09:02

A Segunda Aparição

Apostolado do Santo RosarioA Fazenda Barro Vermelho tornava-se cenário para maravilhosos acontecimentos após a primeira manifestação da Virgem Maria.

Orante e silenciosa, a família observara os conselhos do pároco Frei Joaquim. Cada qual na sua humildade, nas suas tarefas diárias aguardava a realização do Plano de Deus, sem sequer imaginar a sua grandiosidade.

Nada era igual na fazenda, a natureza parecia festejar. Até o cantar dos pássaros era diferente. Todos notavam.

Estando a família na varanda da casa, Marilda e a Juliana avistaram bem no alto do monte - onde posteriormente veio a ser o local das aparições - Maria Santíssima, com uma vela acesa na mão. Atrás dela havia um cruzeiro luminoso, e muitos carneirinhos em volta.

Ao narrarem essa visão, Sr. Antônio confiante colocou a sua vontade nas mãos de Deus e os dias foram passando.

No sábado seguinte - 26 de setembro de 1987 - veio a D. Terezinha, mãe da Íris, conversar pessoalmente com a família do Sr. Antônio sobre os acontecimentos do sábado anterior.

Enquanto conversavam, Maria Santíssima apareceu sentada no ar com um terço nas mãos e uma linda criancinha em seus braços.

Imediatamente a Marilda, a Juliana e a Íris saíram correndo como se não existisse nenhum obstáculo e chegaram ao local em que se dava a aparição.

Cuidadosamente as três perguntaram: “Quem é a Senhora?”

Maria Santíssima deu um sorriso e disse: “Sou a Mãe de vocês!”

Sem entender o sentido destas palavras, perguntaram novamente: “Qual é o seu nome?”

Neste momento a criança desapareceu de seus braços e com uma varinha prateada escreveu no ar com letras brilhantes: “EU SOU A IMACULADA CONCEIÇÃO, A MÃE DE JESUS! SOU NOSSA SENHORA!

As crianças perguntaram então o que Ela desejava, e aí apareceu em suas mãos uma bola escura. Por cima da bola havia uma cruz brilhante. Depois Ela mostrou uma vela acesa e um buquê de rosas brancas, com uma única rosa vermelha ao centro. Ela pediu que fossem à missa e rezassem muito, e que estivessem naquele local todos os sábados às 14:30 horas.

No principio as mensagens eram escritas no ar pela Virgem Santíssima. A Marilda e a Íris apontando com o dedo iam lendo. Como a Juliana não sabia ler, ela escutava e transmitia a mensagem ao povo juntamente com a irmã Marilda e a prima Íris.

Assim as aparições começaram a acontecer todos os sábados, posteriormente passando também aos domingos, até chegarem a ser diariamente.

Com as mensagens veio a explicação dos símbolos da segunda aparição: A bola negra representa o mundo nas trevas; a cruz brilhante por cima nos lembra que Jesus deu a sua vida por nós; a vela acesa nos diz que somente a Luz de Cristo pode salvar a humanidade. O buquê de rosas brancas com uma rosa vermelha no centro quer dizer que todos têm o mesmo sangue do seu Filho Jesus. A criança nos braços representa todos os filhos de Deus. E o terço, pedido urgente de oração e de conversão.

Quinta, 07 Novembro 2013 09:02

A Formação do Grupo da Fraternidade

Os peregrinos que vinham de longe pernoitavam na pensão da cidade. Durante o dia, desciam para o Vale da Imaculada Conceição (Fazenda Barro Vermelho) para rezar e ouvir as mensagens trazidas diretamente do Céu por Nossa Senhora.

Então no dia 19 de dezembro de 1987, Ela pediu que abrissem a casa que estava abandonada na Fazenda.  Naquela casa o Sr. Antônio e a Sra. Maria José (D. Tilica) tiveram seus sete filhos, e lá permaneceram até se mudarem para a casa do Sr. Euclides (pai do Sr. Antônio) que ficara viúvo, no ano de 1985. Foram lhe fazer companhia e zelar por sua saúde.

A casa de oito cômodos tinha um fogão a lenha e um banheiro independente. Era muito simples, bastante rústica, sem conforto, não havia mobília e era fria.

Neste mesmo dia, a Virgem Maria revelou que ali nasceria uma criança, e que esta criança seria descendente de Davi. Pediu que aqueles que sentissem no coração o desejo de acolhê-la permanecessem ali, unidos, em oração até o Natal ou o ano novo.

Muitos daqueles, presos aos caprichos do mundo ou talvez por um desígnio de Deus voltaram para as suas casas. Cerca de trinta pessoas ali permaneceram para aguardar o nascimento da criança anunciada por Nossa Senhora.

Assim, durante esses dias, todos que ali estavam viviam como num cenáculo, em oração continua. Na simplicidade, repartiam tudo em comum e até mesmo as muitas dificuldades encontradas.

Nas mensagens a Virgem Maria mostrava o valor da união, da fraternidade, e do amor. Ensinava que Deus desejava que todos vivessem em um mundo novo, um mundo de paz.

No dia 21 de dezembro a Virgem Maria pediu que se construísse um rancho (um abrigo simples) em homenagem a São Francisco de Assis. E um pequeno rancho de sapé foi construído próximo ao local das aparições.

A Santíssima Virgem pediu que fizessem uma ceia no Natal para as crianças.

Passou o Natal e todos aguardavam o nascimento da criança.  E Maria, para grande alegria de todos esclareceu: “A criança que eu disse que nasceria nesse lugar é o GRUPO que Deus criou aqui, e vocês estão vivendo as coisas mais belas, estão vivendo a união!”

Aos poucos Maria Santíssima foi orientando o grupo sobre a vida comunitária. O GRUPO DA FRATERNIDADE, formado por crianças, jovens e adultos, vindos de todas as partes do Brasil e do exterior, continua crescendo guiado por Deus, iluminado pelo Espírito Santo e abençoado pela Rainha do Céu.

Quinta, 07 Novembro 2013 09:02

Os Novos Videntes

Já se passavam quase três meses da primeira aparição. A Fazenda Barro Vermelho recebera de um Sacerdote o nome de “Vale da Imaculada Conceição” e acolhia grande número de pessoas. Eram os vizinhos, padres, teólogos... O que cada vez mais modificava a vida tranqüila da família Xavier de Santana.

A Santa Igreja não se manifestava, prudente aguardava os acontecimentos que se tornavam cada vez mais freqüentes.

Na tarde de 08 de dezembro de 1987, numa quarta-feira - marcada pela Santíssima Virgem - cerca de 3.000 pessoas vieram ao local das aparições em busca dos sinais que o Céu daria naquele dia.

E durante a mensagem, as rosas mudavam de cor, as árvores balançavam e se dobravam ao chão. Outras davam frutos ou se enchiam de flores. Uma chuva molhou completamente todos que estavam os presentes, mas não molhava as crianças.

Após a mensagem, o sol brilhou fortemente e muitos tiveram visões. E inexplicavelmente, como em Fátima  - Portugal, todos estavam com suas roupas secas e a terra totalmente enxuta.

A Santíssima Virgem esclareceu: “O grande sinal é Jesus na Eucaristia, o resto são presentes.”

O mais belo fenômeno sem dúvida é a conversão, a mudança de vida. Disse Nossa Senhora certa vez: “As mais belas coisas da vida não são vistas e nem tocadas, mas sentidas com o nosso coração.” E perguntou: “Onde estão muitos daqueles que presenciaram tantos sinais vindos do Céu? E os que se converteram?”

Os que se converteram ainda hoje vivem esta graça. Mas os que viram a graça somente com os olhos da carne, não as têm no coração.

Na noite de 14 de dezembro de 1987, a pedido da Santíssima Virgem, a família se reuniu para rezar com parentes e amigos na casa de Íris, em Piedade dos Gerais, e pela primeira vez Nossa Senhora apareceu fora da Fazenda Barro Vermelho.

Houve grandes e magníficas manifestações e sinais no céu e na terra. Muitos tiveram belíssimas visões.

No dia do aniversário do Sr. Antônio, o Céu lhe preparara um presente: o seu filho caçula, Antônio Augusto (Toninho), que nessa ocasião tinha 5 anos, Euclides (Digão) com 10 anos, Fabiana (prima dos demais) com 6 anos, receberam de Deus a graça de ouvir, ver e falar com a Santíssima Virgem. José Mário (irmão de Íris, primo dos demais) com anos via a sombra de Nossa Senhora e ouvia junto dos demais a angelical voz da Rainha do Céu, que deixara de transmitir as mensagens por meio da escrita.

Até então, a Marilda, a Juliana e a Íris transmitiam ao mesmo tempo a mensagem. Nesta noite, a Marilda recebeu do Céu a missão de Porta-Voz de Maria ao mundo.

Os 7 pequenos privilegiados: Marilda, Juliana, Íris, Fabiana, Toninho, Digão e José Mário, em êxtase, foram levados ao inferno, ao purgatório e ao Céu. Deus lhes confiou 7 segredos que ficarão guardados  no silêncio de seus corações até que chegue o momento de serem revelados ao mundo.

Entre tantas maravilhas e hinos de louvor permaneceram juntos até o amanhecer.

Atualmente, Íris, José Mário, Fabiana, Euclides e Antônio Augusto não vêem mais Nossa Senhora, porém não são menos agraciados por Deus. Eles apenas vivem a sua vontade, que é a mais perfeita. Trazem em suas vidas lembranças divinas e celestes que jamais se apagarão em seus corações.

Quinta, 07 Novembro 2013 09:02

O Momento das Aparições de Nossa Senhora


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Local das Aparições 

Parte I

 

img 3769  Nossa Senhora sempre se manifesta em momentos de oração, seja durante o louvor, durante a oração do terço ou durante uma Santa Missa. O exato momento só o Céu conhece.

A Marilda, a porta-voz, sempre chega no local da mensagem tranqüila, sorridente, despreocupada com o que vai falar ou como será. Ela atende a todos com muito carinho em suas perguntas, curiosidades e necessidades.

No momento em que Nossa Senhora vai se manifestar, a Marilda se ajoelha, seus olhos se fixam num mesmo lugar e ela entra em êxtase. Tudo acontece naturalmente, sem pressa e espontaneamente ela começa a narrar como se dá a manifestação.

Marilda assim diz:

- “Agora está um pouquinho brilhante, lá vai ficando mais forte, fortíssimo, a sombra de Nossa Senhora, lá vai ficando mais forte, fortíssimo e apareceu!”

A primeira coisa que ela vê – segundo ela -  é uma luz muito forte tomar conta de todo local. Depois um brilho que vai aumentando e deste brilho surge a sombra de Nossa Senhora.

Marilda disse que esta sombra não é igual à sombra humana, é como se estivesse vendo uma pessoa bem distante – transparente – que vai se tornando tão bela e cheia de luz. Quando ela a vê por completo, nota-se uma luz muito forte por detrás dela. E o seu brilho é três vezes mais forte que o sol.

Conta-nos Marilda que, certa vez, por volta de duas horas da tarde, Maria Santíssima lhe apareceu na frente do sol, e que seu brilho tampou a claridade dele.

Marilda completa que, mesmo este brilho sendo mais forte do que o sol, ele não incomoda os olhos, e não atrapalha a visão dos belos e perfeitos traços da Rainha e Senhora do Céu e da Terra. E assim nos descreve a Marilda os traços de como Nossa Senhora aparece aqui: segundo Marilda, a Imaculada Conceição tem a pele morena clara, olhos e cabelos castanhos, lábios rosados, aparenta ter 18 anos de idade, com mais ou menos 1,70 m de altura. Vem sempre com véu branco sobre os longos cabelos cacheados, que chegam até a cintura. Traz um manto branco nos ombros. Seu vestido é longo até os pés de uma brancura inigualável a qualquer branco existente na Terra, parece uma cachoeira em que corre uma água cristalina, mas que não cai ao chão, uma água sempre nova. O vestido também aparenta estar bailando no corpo da Virgem.

Nas dulcíssimas mãos, Maria tem um lindo terço dourado que irradia um brilho dourado e prateado. Seus pés, sempre descalços, tocam uma nuvem semi-transparente que fica por cima de uma grande bola azul.

Seu semblante é variável, às vezes triste, às vezes sereno, às vezes alegre, mas nunca zangado. Seus olhos especialmente têm um brilho diferente e às vezes ficam cheios de lágrimas, que transbordam sobre seu rosto delicado escorrendo suavemente.

Sua voz angelical chega aos ouvidos de Marilda docilmente, chegando ao coração e, sem saber como, Marilda vai repetindo palavra por palavra do que Maria lhe diz. Seu tom de voz é macio e suave, mas quando necessário se torna um pouco mais grave.

Maria Santíssima explicou que na mesma hora que Deus lhe fala, ela transmite à Marilda que repete ao povo, instantaneamente. É verdadeiramente um mistério Divino. Maria ouve a voz de Deus, Marilda ouve a voz de Maria, e o povo ouve a voz da Marilda, no mesmo instante.

Às vezes quem dirige a mensagem é Deus Pai, outras vezes Jesus, ou o Divino Espírito Santo; a Virgem Maria é o canal e a Marilda, o instrumento.

No momento da aparição, Marilda não vê nada mais, a não ser Nossa Senhora, em todas as direções. Inclusive os gestos que Nossa Senhora faz, Marilda os repete. No momento em que Maria chega, ela vem com as mãos no coração e no desenrolar da mensagem seus gestos delicados são bem variados.

Marilda também não ouve mais a voz do povo e nem qualquer outro barulho à sua volta. No momento em que Nossa Senhora está nos abençoando, o povo canta o refrão “Dai-nos a bênção, Mãe de bondade, Nossa Senhora de Piedade!” duas vezes e a Marilda dialoga com Nossa Senhora, fazendo-lhe as perguntas ou os pedidos das pessoas, sem nada ouvir do canto.

Até um tempo atrás víamos perfeitamente a Marilda movendo os lábios e conversando com a Mãe. Não ouvíamos a sua voz, mas, percebíamos algumas palavras. Este momento era divinamente especial, era como se estivéssemos vendo duas pessoas conversando e expressando com sorriso, movimentos com a cabeça - parecia algo irreal.

Ao término da bênção Marilda respira profundamente agradecida e recomeça a repetir o que Maria diz ao povo. Somente depois que se encerra a mensagem, Marilda dá as devidas respostas a cada um.

 Normalmente depois da bênção, Nossa Senhora faz um pequeno resumo da mensagem. Faz alguns agradecimentos e às vezes parabeniza algum aniversariante. Neste momento em que ouvimos a Rainha falar o nosso nome, chegamos a estremecer de alegria, um calor percorre o corpo, o rosto fica todo rosado de contente, com os olhos fechados, sentindo que Maria e o Céu estão nos olhando de tão perto e nos colocando no seu coração; a alma parece querer voar para o além...

Em outros momentos também em que a Imaculada Conceição abençoa algum doente e às vezes fala o seu nome, é o mesmo momento em que ele alcança curas e sente a presença riquíssima do Céu em sua vida, mesmo que ele se encontre distante do Vale, mesmo que estejam em outras nações - como testemunhos recebidos de tantos irmãos de fé que caminham unidos conosco.

Ao se despedir, Maria não deixa de agradecer pelas flores que lhe foram oferecidas – estas flores são entregues à Marilda ou colocadas no humilde altar – e oferece o seu Imaculado Coração. Isto é outro mistério que um dia compreenderemos. Maria deixa conosco o seu Coração e leva os corações de todos junto consigo.

Ao dizer: “Agora eu vou, o Senhor me chama, e eis aqui a Serva do Senhor!” É uma intimidade tão grande entre mãe e filhos, que chega a ser quase inexplicável com palavras.

Depois Marilda diz: “Ela lá vai sumindo... bênção, mãezinha! Sumiu!”

Marilda disse que ela sumiu e não que ela foi embora porque Nossa Senhora e a Santíssima Trindade, em verdade, fazem morada em nossa pobre e humilde capela. Nossa Senhora nos disse que no momento em que ela vem nos trazer o Recado de Deus, a Mensagem de Deus, o Céu inteiro se faz presente e que os anjos e santos se colocam de joelhos para ouvi-la.

Marilda naturalmente volta a si como que se despertasse de um lindo sonho. Seus olhos - depois disso - perdem um pouco do brilho que tinham enquanto via a Virgem Maria e juntamente conosco reflete no coração as palavras deixadas pela Mãezinha enquanto rezamos a Salve Rainha.

Então, humildemente Marilda se junta ao povo, sem orgulho e sem se sentir melhor que os outros. Delicada e brincalhona, vai passado de um por um, com um aperto de mãos e cercada pelas crianças não deixa de beijar a cada uma até chegar à porta, onde normalmente se retira para levar as respostas da Virgem Maria aos que a esperam ansiosos na saída ou no telefone.

Então a Comunidade Fraterna reunida reza o Santo Terço.

 

Parte II

O êxtase

img 3862Antes da Marilda ser escolhida como porta-voz de Nossa Senhora, vieram ao Vale muitos estudiosos - psicólogos, parapsicólogos, pesquisadores, sacerdotes - investigar a veracidade dos fatos, especialmente o momento do êxtase das crianças, chegando a espetá-las com agulhas, vedar-lhes os olhos, beliscar, etc.

Segundo as crianças - que nada respondiam no momento destas provas – depois elas sentiam na pele os maus tratos. O que ficou constatado pelos pesquisadores é que no momento em que as crianças estavam em êxtase, elas estavam em outro mundo, nada sentiam, e nada podia atrapalhar a visão e nem a mensagem. Assim ocorre até hoje com a Marilda.

Na verdade, é um momento divino!

 

A distância


Marilda disse que vê Nossa Senhora a uma distância de mais ou menos 3 metros e a uma altura de 1,5 m do chão, e também que normalmente, ela fica mais ou menos no meio da capela e quando é no local das aparições ela fica a uma distância um pouco maior do chão. Durante todo o tempo da mensagem ela fica olhando para as pessoas que estão presentes.

 

O brilho

Atualmente Marilda não vê os raios e nem os muitos anjos que rodeiam a Imaculada Conceição. Ela nos contou que, certa vez, Maria apareceu a ela e aos outros videntes de uma vez – sem vir primeiro o brilho, a sombra – e foi tão forte que eles quase caíram no chão.

Desde então Nossa Senhora se manifesta aos poucos, da forma como foi narrada.

No começo os seus olhos e os das demais videntes estavam sempre úmidos ou em lágrimas por causa da grande luz que cerca Nossa Senhora. Mas essa claridade nunca afetou-lhes a vista e depois de um tempo se acostumaram.

 

Os Anjos

Quanto aos anjos, por vários anos consecutivos crianças da comunidade ou crianças visitantes tiveram a graça de vê-los. Nossa Senhora disse que por um tempo Deus permitiria às crianças ver o anjo que a acompanhava nesta missão. Certa vez sete crianças viram o anjo no mesmo instante. Algumas crianças tinham a graça de ver os anjos por um período, que podia durar alguns meses, e podiam chegar a um êxtase parcial e a conversar com os anjos.

 

A voz de Nossa Senhora

Para ouvir a voz da Virgem Maria, Deus preparou as videntes por três meses – exceto a Juliana, que a ouvia desde a segunda aparição. Assim as mensagens, durante este tempo de preparação, eram escritas no ar com uma varinha prateada que Nossa Senhora trazia em uma das mãos. Marilda e Íris, apontando com o dedo, iam lendo as palavras escritas no ar e juntas falavam, sem uma passar na frente da outra.

 

As vestes

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Nossa Senhora, em dias normais, sempre vem vestida como foi descrito acima. Raramente, como no Natal, ela vem com um manto azul e uma coroa na cabeça. Em uma de suas visitas a Portugual, Marilda a viu vestida como Nossa Senhora de Fátima, coroada de estrelas, com um cordão no pescoço onde pendia uma pequena bola e uma estrela na barra do seu vestido.

“Alegrei-me muito ao vê-la parecida com o povo daquela nação e vestida como Mãe de Fátima.” - relembra Marilda.

No dia 08 de dezembro de 2002, festividade da Imaculada Conceição – dia em que foi colocada no local das aparições a imagem do Sagrado Coração de Maria – a Marilda relatou que Nossa Senhora apareceu muito semelhante à imagem. Trazia um coração cercado de espinhos, tinha nas mãos um rosário, na cabeça uma coroa muito brilhante, onde seus lindos cabelos balançavam com o toque do vento e, às vezes, uma mecha cacheada lhe caía na frente do ombro, realçando ainda mais sua beleza.

 

  As perguntas

Segundo Marilda, o mesmo amor que Nossa Senhora tem em responder-lhe uma pergunta pessoal, Nossa Senhora tem em responder a uma curiosidade de quem quer que seja. E Marilda pergunta a Nossa Senhora, mesmo que a pergunta seja para ela sem sentido.

 

A bênção

Marilda conta também que, no momento da bênção, das mãos de Nossa Senhora saem muitos e muitos raios de luz, que vão penetrando nas pessoas e objetos mais próximos e vão se estendendo pelo mundo afora.

 

A correção

Conta-nos Marilda que certa vez pode sentir a gravidade da situação no tom de voz de Nossa Senhora, ao fazer uma correção na Comunidade. Naquele dia Nossa Senhora nos disse que era Jesus que estava corrigindo a Comunidade, para que ela crescesse mais e que seus frutos fossem prósperos. Ao término da mensagem a Marilda se dirigiu apresada para sua casa, porque se sentiu aflita. E silenciosamente meditava, pois nunca tinha visto Nossa Senhora como naquele dia.

 

As homenagens

Quando é feita alguma homenagem a Nossa Senhora na sua chegada, a Marilda permanece em silêncio até o término da homenagem. Marilda nada ouve da homenagem, aproveita para admirar Maria e pedir-lhe conselhos. Conforme a homenagem, vemos a expressão de Maria no rosto da Marilda, às vezes sorrindo, quando as crianças erram ou esquecem o que têm que dizer, ou por estar feliz, às vezes séria ou até chorando – quando se emociona.

 

A fé da porta-voz

Certa vez perguntaram a Marilda se ela não tinha vontade de tocar em Nossa Senhora.

Ela respondeu que a Virgem Maria é tão real e perfeita que seria talvez uma dúvida de sua parte querer tocar para acreditar. Respondeu também que muito mais que ver e tocar é sentir e viver o que Maria nos pede.

 

A presença real

Nossa Senhora está sempre conosco no Vale da Paz, mesmo fora do momento das aparições. Muitas vezes, na mensagem, ela faz um apanhado tudo o que se passou durante o dia, ou dá algum toque de forma que compreendamos a sua presença a todo instante.

Uma vez, querendo fazer-lhe uma surpresa, pedimos a Deus que não permitisse que ela soubesse que estávamos fazendo um bolo para comemorar o seu aniversário natalício. E Deus assim o permitiu. Quando ela chegou e viu tudo preparado, relatou-nos que Deus não a deixara ver os preparativos da festa que íamos comemorar.

 

Assim, é tão real a presença de Maria em nossas vidas que parece que vivemos com um pé na Terra e outro no Céu. Vivendo como uma grande família, onde temos a certeza de um Pai poderoso, uma Mãe bondosa, um Irmão Misericordioso e de um Santo Espírito que nos faz esquecer de nossa pequenez e enxergar que também somos santos. Mesmo sendo cada um de um lugar – inclusive outros países - cada qual com seus defeitos e qualidades, somos uma família fraterna dirigida pela Santíssima Trindade, por meio de Maria. Não nos consideramos melhores que ninguém por fazermos parte do Grupo da Fraternidade. Somos pecadores e errantes, mas, também somos caminhantes que querem acertar.

Somos felizes, e de maneira nenhuma seremos os primeiros - como disse nossa Senhora - seremos os últimos porque, com a Graça de Deus, ajudaremos aos demais a chegarem em primeiro lugar.

 



 

     No principio as mensagens eram escritas no ar pela Virgem Santíssima. A Marilda e a Íris apontando com o dedo iam lendo. Como a Juliana não sabia ler, ela escutava e transmitia a mensagem ao povo juntamente com a irmã Marilda e a prima Íris.

Assim as aparições começaram a acontecer todos os sábados, posteriormente passando também aos domingos, até chegarem a ser diariamente.

Com as mensagens veio a explicação dos símbolos da segunda aparição: A bola negra representa o mundo nas trevas; a cruz brilhante por cima nos lembra que Jesus deu a sua vida por nós; a vela acesa nos diz que somente a Luz de Cristo pode salvar a humanidade. O buquê de rosas brancas com uma rosa vermelha no centro quer dizer que todos têm o mesmo sangue do seu Filho Jesus. A criança nos braços representa todos os filhos de Deus. E o terço, pedido urgente de oração e de conversão.

Veja  abaixo, o video da Aparição no dia 21 de Novembro de 1987:

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